Na tradição filosófica-oral-friccional do palavriado nordestino, existe uma classe dos adjetivos comparativos de superioridade matuta, que aparecem em expressões do tipo mais/que, melhor/que, exemplo:
NÃO BASTA SER CEGO, TEM QUE NÃO ENXERGAR
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Vi ontem na televisão uma autoridade policial do Paraná pedindo ajuda à
população para identificação dos delinquentes que protagonizaram cenas de
terrorism...
5 horas atrás

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