13 de outubro de 2011

GRANDES ARRIADORES DA NOSSA HISTÓRIA - BRANCHU

O filósofo Branchut D'Cupruah, ou simplesmente Branchu chegou ao Brasil por volta do ano 1932.

Não se sabe ao certo o porquê de sua fuga da França, alguns pesquisadores acham que foi uma dívida no cabaret da cidade Marseille, onde Branchu também viveu.

Ao chegar no nordeste Branchu entrou na putaria, visto que o mesmo só possuia um único vício: toda noite quando ia para o cabaré jogar baralho apostado, ele fumava e bebia.

Chegando em Recife/PE, Branchu morou no atual bairro do Recife Antigo, e logo começou a frequentar a zona do baixo meretrício na área do porto da cidade.

Ele foi um dos fundadores do antigo Chanteclair, um dos maiores risca-facas já criados na cidade e ainda batizou o mesmo com um nome francês.

Branchu é autor de grandes pensamento de mesa de bar, sendo elevado em 1989 a categoria de filófoso popular pelo centro de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco.

Eis algumas frases de Branchu:


Assim como são os homens, são as criaturas.

Pior seria se pior fosse

Nem tudo que balança o rabo é diabo

O que é um peido para quem está todo cagado

Quem refresca cu de pato é lagoa

Ao redor do buraco tudo é beira ou, a depender do caso, Tudo ao redor do buraco é bunda

Enquanto houver língua e dedo, mulher não me mete medo.

Dinheiro não traz felicidade, manda buscar

Farinha pouca, meu pirão primeiro

Para cada passarinho na gaiola, há dois voando.

Quem morre de véspera é peru

Nem toda merda vem do céu e nem todo ser alado tem cu

Antes ser um bêbado conhecido do que um alcoólico anônimo

Toda mulher precisa casar-se um dia, o homem nunca.

Liberdade é cagar de porta aberta

Desgraça e bunda só prestam grandes

É melhor passar o dia dos namorados solteiro do que o carnaval namorando



2 comentários:

walter disse...

faltou um maerdas cagadas não voltam ao cu

Anônimo disse...

A MÁXIMA DE BRANCHU: Já dizia Branchú: mais vale duas na mão do que uma no olho do __.